Conheça a Gestão de Mudança Organizacional no cenário brasileiro

Na semana passada, a diretora geral da Dextera Consultoria, Simone Costa, e Marco Land, diretor de Novos Negócios, apresentaram os resultados da pesquisa Gestão de Mudança Organizacional no Brasil, no Espaço Escandinavo em São Paulo. “O estudo, feito em parceria com a Changefirst, tem a finalidade de compreender melhor as necessidades das empresas, gerar conhecimento para uma atuação mais efetiva de Gestão de Mudança Organizacional (GMO) e disseminar a disciplina no mercado, que é relativamente nova nos negócios da América Latina”, explica Simone Costa.

O resultado da pesquisa nos trouxe algumas boas notícias: de que as empresas estão se esforçando para se estruturar e conduzir melhor os seus projetos, criando áreas específicas de GMO (53%), adotando ferramenta ou metodologia (59%) e investindo na capacitação dos profissionais (58%). No entanto, ao analisarmos os projetos realizados nos últimos dois anos, ficou constatado um índice relativamente baixo de sucesso de implementação das mudanças, ao mostrar que 78% dos projetos não alcançaram estágio de aceitação.

As empresas precisam consolidar uma cultura de gestão de mudança e fortalecer a participação dos sponsors nas iniciativas. Além disso, os líderes organizacionais devem se preparar melhor para entender seu papel diante das mudanças e disponibilizar recursos para que as ações sejam implementadas.

O chairman e fundador da consultoria britânica Changefirst®, David Miller, participou da apresentação por videoconferência. Ele comentou os índices e acrescentou alguns dados do cenário europeu e norte-americano, que é mais maduro com relação às práticas da disciplina. Um deles é que 73% dos agentes de mudança utilizam uma metodologia de GMO de forma consistente.

Eliane Amaral, gerente de Supply Chain da Coats Corrente comenta que a empresa não tem uma área de GMO. “Tivemos a implantação de um grande projeto, mas agora ganhamos uma nova visão de como os processos ocorrem quando se faz a gestão de mudança”.

Ana Soares, gerente de Capital Humano da Oracle, enfatiza a dificuldade de engajamento da liderança das empresas. “As decisões são tomadas pela média gerência que não tem poder de influência”, adiciona.

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