Entenda por que as emoções individuais impactam iniciativas de mudança mesmo sem você perceber

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Estudos apontam que mudanças organizacionais bem-sucedidas trabalham, além de estratégias e capacitações, os aspectos psicológicos da implementação.

Você já deve ter ouvido alguém falar, principalmente no meio corporativo, que questões emocionais não podem influenciar o dia a dia de trabalho. Entretanto, esse é um aspecto que não dá para se deixar de lado em uma organização, uma vez que ela é formada por pessoas com diferentes vivências, crenças e personalidades.

Diversos estudos sobre comportamento organizacional reforçam a importância de considerar as emoções de cada indivíduo como grandes influências no desempenho, nas interações interpessoais e no engajamento e adaptação dos profissionais a novas formas de trabalho. É muito difícil para as pessoas que vivenciam processos de mudança organizacional não se envolverem emocionalmente com aquilo que está acontecendo em nível institucional.

Uma pesquisa feita pela Changefirst levantou que menos de 40% das iniciativas de mudança são bem-sucedidas em entregar o que realmente propõem. Em grande parte, porque as empresas não consideram o fator psicológico da mudança e investem tempo e dinheiro apenas na implantação de técnicas e estratégias.

Para chamar a atenção para a importância da implementação centrada em pessoas, a Changefirst reuniu o resultado de anos de pesquisas acadêmicas sobre o assunto e com os próprios clientes no white paper Psychology of Successfully Delivering Organisational Change”. O material analisa os impactos que as emoções têm nos processos de transformação, elucida como o fator psicológico da mudança se estabelece nos três níveis (organizacional, da equipe ou área e individual) e destaca o importante papel dos líderes para construir comprometimento.

Alguns fatores mostram como a “psicologia da mudança” atua de forma central no resultado dos projetos, por exemplo:

  • Quando as pessoas avaliam que as consequências da mudança serão diretamente prejudiciais a elas tendem a ser menos receptivas;
  • Se a mudança é vista como um desafio flexível, os indivíduos costumam se conectar emocionalmente com esse processo;
  • Uma vez emocionalmente receptivas à mudança, as pessoas são engajadas e influenciam os demais positivamente, se tornando agentes de mudança e promovendo ações concretas.

É o elemento emocional no processo de mudança que faz com que cada pessoa reaja a ela de forma diferente. Ou seja, se irá resistir, simplesmente aceitar ou realmente se comprometer com a nova forma de trabalho.

Acesse o white paper da Changefirst (em inglês) e descubra como lidar com os aspectos psicológicos da mudança na sua organização.

Veja também como ampliar a capacidade interna da sua empresa para gerir mudanças através da implementação centrada em pessoas.

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