A liderança eficaz da mudança em tempos turbulentos

 

Saiba como aumentar a credibilidade do seu líder

As muitas mudanças que vimos acontecer, sejam elas políticas ou econômicas, e a sensação de incerteza geral sobre como será o futuro impactam os negócios pelo mundo. Se hoje tudo é incerto, como nos preparar para as mudanças organizacionais?

Se já é esperado um aumento no volume e na complexidade das mudanças, cresce o desafio do líder em conduzir as mudanças com eficácia, para que elas sejam implementadas de forma bem-sucedida, mantendo a força de trabalho engajada e motivada. Diante desta responsabilidade, a credibilidade dos líderes pode ser ameaçada à medida que a demanda por mudanças ultrapassa a capacidade organizacional para implementá-las.

Que ações precisam ser tomadas para construir uma forte liderança da mudança em sua organização? Você pode saber mais no documento A Importância da Liderança Eficaz da Mudança em Tempos Turbulentos, elaborado pela Changefirst.

Conheça os três papéis da liderança, cujas responsabilidades específicas devem ser trabalhadas, e os quatro componentes de engajamento que vão mover pessoas para um estágio de compromisso com a mudança.

Faça agora o download do texto pelo site da Dextera.

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O que faz de você um verdadeiro líder de mudança?

É com esta pergunta que Rosaneli Bach, coach e sócia-diretora da Dextera, abre o artigo “Uma visão sobre a essência do papel de Agente e Líder de Mudança“. Esteja certo de que todas as respostas estão lá!

De uma forma inspiradora, ela nos conta o que realmente importa quando é preciso exercer o papel de líder e agente de mudança nas organizações. O que estas esperam destes profissionais, além de municiá-los com metodologia, ferramentas e processos formais?

Saiba quais são as posturas que restringem uma atuação eficaz e as recomendações de como se comportar num ambiente veloz, no qual uma correta leitura de cenário e a eterna postura de líder aprendiz podem fazer muita diferença. Vale também conferir as doze características que todo líder precisa desenvolver, segundo a conceituada metodologia PCI® da Changefirst®.

Acesse a Biblioteca do site da Dextera e faça o download gratuitamente.

Por que é importante engajar as pessoas durante uma mudança?

whitepaper_engajamentVocê sabia que um processo de engajamento efetivo ajudará a sua organização a alcançar o comprometimento para a mudança? Lembre-se  que este é um elemento essencial para o gerenciamento eficaz de uma mudança.

Uma mudança bem-sucedida é decorrente de um número relevante de pessoas que se adaptaram ao novo e que estão adotando as novas práticas. No entanto, dados da Changefirst revelam que, no melhor dos casos, cerca de 25% das pessoas nas organizações se comprometem com a mudança.

Apenas 25% das pessoas estão engajadas e realmente usando e se apropriando das novas soluções. Isto sugere que, em muitos casos, as pessoas não têm um senso real de engajamento com a visão de mudança.

Criar este senso de engajamento e de verdadeira apropriação da mudança é um dos aspectos mais desafiadores da implementação da mudança. Sendo mudanças pequenas ou grandes, o engajamento é necessário para o sucesso.

Nos próximos posts, vamos mergulhar no tema engajamento e descobrir:
•    O que o engajamento realmente significa para uma organização em tempos de mudança
•    Quais são os 4 processos que você precisa considerar quando engajar sua força de trabalho
•    O vínculo entre engajamento e motivação
•    Como funcionários mal engajados podem arruinar até mesmo as iniciativas de mudança mais bem-intencionadas
•    Ferramentas para avaliar quão bem suas iniciativas de mudança estão ao criar engajamento

Vamos explorar estes tópicos em breve e fornecer-lhes as melhores dicas e ferramentas para criar um efetivo processo de engajamento em suas iniciativas e incrementar sua capacidade de gerenciamento de mudanças.

Saia na frente e acesse todo o conteúdo do white paper da Changefirst “How to Actively Engage Your People in Organizational Change“. Ele está disponível em inglês para download gratuito na biblioteca da Dextera.

Você também pode aprender muito mais sobre engajamento e outros fatores de sucesso da metodologia PCI (People-Centred Implementation) da Changefirst no Workshop Especialista em Mudança, que tem turma aberta em São Paulo programada para 28 a 30 de março. E veja como ter apoio da plataforma online e-change para gerenciar mudanças. As inscrições estão abertas. Entre em contato!

PMI lança novo material sobre engajamento de stakeholders

O PMI (Project Management Institut) acaba de publicar o white paper Engaging Stakeholders for Project Success, escrito por David Miller e Mike Oliver, ambos da Changefirst, consultoria britânica com a qual a Dextera mantém aliança para a América Latina.

Este documento, solicitado pelo PMI, apresenta uma abordagem de três passos para o engajamento de stakeholders, fundamental para que uma implementação seja bem-sucedida.

Saiba mais sobre esta a abordagem! Faça o download do white paper (em inglês) pelo site do PMI.

David Miller é fundador e presidente da Changefirst, e autor do livro Successful Change, que ganhou versão em português em 2012 com o apoio da Dextera. O livro Gestão de Mudança com Sucesso pode ser encontrado nas principias livrarias do país e está em sua 2ª edição. Leia mais sobre ele aqui.

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Site lança Biblioteca com artigos sobre mudança organizacional

O site da Dextera acaba de ganhar a seção Biblioteca, que vai reunir conteúdos que orientam para a implementação de uma mudança organizacional bem-sucedida.

Começamos lançando três importantes artigos, dois de David Miller, Chairman e fundador da Changefirst, e um de Simone Costa, sócia e diretora da Dextera. Recomendamos a leitura aos líderes, gestores e profissionais quem conduzem mudanças organizacionais e que têm como desafios aumentar a capacidade da empresa para realizar implementações com sucesso, engajar a liderança e disseminar o conhecimento sobre esta gestão em todos os níveis.

Veja abaixo um breve resumo de cada artigo. Acesse o site para fazer o download (pdf):

  • Conduzindo Mudanças Transformadoras, por David Miller.

Artigo publicado na The European Business Review (março/abril 2012) e na Revista Mundo PM – Project Management (dezembro 2012/janeiro 2013).

As mudanças estão se tornando mais frequentes, radicais e complexas. Os índices de falha em projetos de mudança são altos porque as empresas não conseguem implementar a mudança plenamente. Para superar estes desafios, o conhecimento, as habilidades e os processos precisam ser desenvolvidos pelos próprios colaboradores das organizações. Como fazer isso?

  • Líderes da Revolução, por David Miller.

Este white paper da Changefirst endereça uma questão identificada frequentemente como um obstáculo para o sucesso de iniciativas de mudanças dentro das organizações: como desenvolver líderes eficazes de mudanças na sua organização?

  • A Gestão de Mudança Organizacional no Brasil, por Simone Costa.

Artigo publicado na Revista Mundo PM – Project Management (fevereiro e março 2014).

Pesquisa realizada pela Dextera em 2013 revela os benefícios e desafios dessa disciplina no cenário corporativo brasileiro. Os resultados trazem boas notícias, mostrando como as empresas estão se estruturando para conduzir melhor seus projetos, mas também os desafios que ainda enfrentam, como a falta de uma cultura interna em gestão de mudança e o desconhecimento dos gestores quanto aos benefícios.

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Revista MundoPM publica artigo da Dextera sobre mudanças organizacionais

A edição deste mês da revista Mundo Project Management (Fev/Mar2014) publicou artigo de Simone Costa sobre a pesquisa A Gestão de Mudança Organizacional no Brasil. Os resultados trazem boas notícias, mostrando como as empresas estão se estruturando para conduzir melhor seus projetos, mas também os desafios que ainda enfrentam, como a falta de uma cultura interna em gestão de mudança e o desconhecimento dos gestores quanto aos benefícios. Acesse o site da Dextera para ler o artigo na íntegra.

Capa artigo MundoPM

Como é o agente de mudança na sua empresa?

*Simone Costa

4831_recorteComo realizar mudanças organizacionais com atenção às reações naturais das pessoas, como o medo e a insegurança? Há um modo de tratar as resistências para conseguir adesão a uma nova prática? Com apenas duas questões, podemos constatar como é grande o desafio de lidar com o fator humano quando se implementam mudanças nas empresas. Tirar pessoas de sua zona de conforto implica em lidar com emoções, superar dificuldades, dirimir incertezas e conduzir as pessoas a um “estado futuro” que elas receiam por ser ainda algo desconhecido. Os gestores sabem como é importante o capital humano, mas perguntam se é possível lidar com reações em meio a cenários complexos de mudança, que normalmente exigem alta capacidade técnica e resultados em curto prazo.

Eu acredito que é possível sim, podemos e devemos lidar com as questões humanas ao longo das transformações corporativas, e quem deve ficar responsável por isso são os líderes nos vários níveis organizacionais, além dos agentes de mudança. É válido lembrar que, primeiramente, os líderes precisam lidar com seus próprios desafios de mudança, avaliar sua resiliência pessoal e superar possíveis dificuldades para poderem, de forma efetiva, empoderar os agentes de mudança. Juntos, poderão ser bem-sucedidos na valiosa missão de ajudar as pessoas a trabalharem de uma nova maneira.

E quem são os agentes de mudança? Não se trata de um cargo, nem de uma nova função, afinal esse profissional vem atuando nas empresas há bastante tempo. O que vem mudando ao longo dos anos é o seu papel diante da mudança, exigindo um novo perfil. Para esta função, o departamento de recursos humanos tem buscado pessoas que possuem um nível de confiança e credibilidade na empresa, que sejam observadoras, que consigam lançar desafios e levar o discurso da mudança até as pontas. Além disso, deve entender as dificuldades ali encontradas e poder tratar as resistências – trilhando um caminho de mão dupla. Suas percepções, conhecimento e experiência ajudarão a definir ações capazes de mitigar riscos e resistências. Se antes, ele atuava mais no vai-e-vem de informações e reporte de situações e problemas, agora ele se torna uma peça-chave, com habilidade de influência, capaz de criar relações de confiança em todos os níveis e dar feedbacks, mesmo para os sponsors.

Podemos encontrar legítimos agentes de mudança entre os vários níveis hierárquicos – eles podem ser gestores, líderes de áreas ou qualquer funcionário que tenha internalizado as características acima. Agentes de mudança podem ser desenvolvidos, capacitados, instrumentalizados, com metodologias e ferramentas que os auxiliem no dia a dia, e devem, sempre, ter o apoio da liderança. Preparado, o agente de mudança terá condições de atuar com ampla capilaridade, alcançando todos os níveis organizacionais, visando não só a mudança em si, mas a sua sustentação.

*Simone Costa é fundadora e diretora geral da Dextera Consultoria. Graduou-se em Tecnologia em Processamento de Dados e cursou MBA Executivo no IBMEC São Paulo. Possui mais de quinze anos de experiência em gestão de mudança, educação e treinamento corporativo, tendo participado da condução de grandes transformações organizacionais na América Latina. Também atua como facilitadora em programas de formação em mudança e ministrado palestras sobre o tema.