O que faz de você um verdadeiro líder de mudança?

É com esta pergunta que Rosaneli Bach, coach e sócia-diretora da Dextera, abre o artigo “Uma visão sobre a essência do papel de Agente e Líder de Mudança“. Esteja certo de que todas as respostas estão lá!

De uma forma inspiradora, ela nos conta o que realmente importa quando é preciso exercer o papel de líder e agente de mudança nas organizações. O que estas esperam destes profissionais, além de municiá-los com metodologia, ferramentas e processos formais?

Saiba quais são as posturas que restringem uma atuação eficaz e as recomendações de como se comportar num ambiente veloz, no qual uma correta leitura de cenário e a eterna postura de líder aprendiz podem fazer muita diferença. Vale também conferir as doze características que todo líder precisa desenvolver, segundo a conceituada metodologia PCI® da Changefirst®.

Acesse a Biblioteca do site da Dextera e faça o download gratuitamente.

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Informação e doação fazem uma ótima dupla

A Dextera colabora com o Projeto Ver Social do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, doando, mensalmente, latas de leite em pó para minimizar os efeitos colaterais da forte medicação dada às crianças portadoras do vírus HIV atendidas pelo Hospital.

Você pode fazer parte desta rede e ainda assistir palestras com profissionais renomadas. O São Paulo Center, espaço de eventos corporativos e grande apoiador do projeto, promove as palestras beneficentes e cuida da arrecadação e entrega das latas ao Hospital.

Já estiveram no palco Amyr Klink, Arnaldo Jabor, Paulo Sabbag, Magic Paula, Monja Coen, entre outros. O evento é aberto à sociedade, que participa mediante a doação de três latas de leite em pó.

A próxima palestra é com o filósofo, escritor e professor Mário Sergio Cortella, na próxima terça, 25 de novembro, às 19h, no Clube Paineiras do Morumby. Acesse o site do São Paulo Center para saber como participar. Leve sua empresa para o Programa e envolva os colaboradores nesta iniciativa do bem.

Cortella

O mercado está mais atento à gestão de mudança

A Dextera não apenas conduz ou apoia mudanças em seus clientes, mas também promove e implementa suas próprias mudanças, continuamente.

Ao longo desses 18 anos, vimos nascer a prática da Gestão de Mudança Organizacional nas implantações de sistemas no Brasil, quando criamos nossa primeira metodologia de GMO. Acompanhamos profundas transformações e as implicações no fator humano. Vieram os jargões, as experimentações. Adequamos conceitos, criamos novas abordagens, comprovamos e refutamos ferramentas, enfim, reinventamos o tempo todo. Porque os tempos mudam. As pessoas e as empresas também.

Dezoito anos simbolizam a maioridade. Acreditamos ter hoje maturidade e uma prática consolidada que impulsiona o mercado para um novo comportamento. Nos últimos anos, temos incentivado as empresas a criarem capacidade interna para a implementação de suas iniciativas de mudança, e a prepararem seus profissionais para que se tornem os protagonistas da transformação. Podemos dizer que isto já acontece.

Estamos vivenciando um momento de transição, no qual os papéis convergem para a disseminação do conhecimento e uma nova forma de atuação conjunta. Os números do Programa de Formação da Dextera em Gestão de Mudança Organizacional mostram que o cenário é promissor. Hoje somam, aproximadamente:

  • 120 profissionais formados no Workshop Especialista em Mudança e nos módulos de aprofundamento do programa;
  • 350 executivos e gestores capacitados nos workshops de liderança in-company;
  • 1.000 pesquisas e avaliações realizadas pelos PCI Practitioners com os públicos de suas empresas.

Não queremos apenas fazer, mas ensinar a fazer, provendo além da excelência técnica em consultoria e quality assurance, o suporte para dimensionar a mudança, as atividades necessárias, o porte da equipe e o conhecimento que precisam agregar.

E por falar em mudança, estamos em novo endereço:
Alameda Jaú, 72 12º andar conj. 121  São Paulo – SP  

Venha conversar conosco sobre como preparar sua empresa para este novo momento!

Tel: +55 (11) 3062-8486 – www.dextera.com.br

Aniversário em casa nova!

2014_11_04_Post 18 anosAcesse o site www.dextera.com.br

 

Sobre gestão de mudança e muito mais

face faceO livro Gestão de Mudança com Sucesso, de David Miller, lançado em 2012 no Brasil com o apoio cultural da Dextera, tem o prefácio escrito por Simone Costa, sócia e diretora da consultoria. Simone apresenta o autor e comenta sobre a sinergia entre a proposta dele e suas crenças. E faz um apanhado geral sobre o cenário da gestão de mudança no país nos últimos 20 anos.

Você já leu Gestão de Mudança com Sucesso? O livro está disponível nas principais livrarias. Se ainda não o adquiriu, envie um email para contato@dextera.com.br com o seguinte título ou comentário: Quero um exemplar do livro Gestão de Mudança com Sucesso! Aproveite e leia agora no blog o prefácio de Simone Costa.

Mudança bem-sucedida, como implementá-la com êxito? O que significa mudar? Uma mudança organizacional é orientada por uma ação intuitiva, ou por um método e seu conjunto de ferramentas, conjugados às habilidades específicas daqueles que a conduzem?

No Brasil, é comum se dizer que muita gente se acha cozinheiro, técnico de futebol, artista, entre outras profissões. O agente de mudança talvez deva entrar nessa lista. De certa forma, todos nós temos vivenciado ou conduzido mudanças na vida pessoal ou profissional, o que certamente poderia nos qualificar como agentes de mudança. Será que essa suposta experiência seria suficiente para alcançar o sucesso nos processos de mudança nas empresas?

Em 2010, conheci David Miller e a metodologia da Changefirst (People-Centred Implementation – PCI) e, imediatamente, percebi a sinergia entre a sua proposta e minhas crenças: compartilhávamos ideias e valores, porém em cenários com estágios de evolução diferente. O contexto de atuação e da prática de gestão de mudança na Europa é ainda diferente da realidade da América Latina.

Ao me aprofundar no conhecimento sobre a metodologia da Changefirst, ficou muito claro que ela poderia enriquecer e complementar o que praticamos na Dextera, consultoria especializada em Gestão de Mudança que fundei em 1996, com a vantagem de podermos contar com o recurso de um aplicativo web muito interessante. Em 2011, David Miller lançou o seu livro na Inglaterra, que sintetizava, de maneira muito objetiva e realista, sua visão de gestão de mudança.

A decisão de lançarmos a versão brasileira do livro foi motivada pelo fato de acreditarmos que a obra seria instrumento importantíssimo para o amadurecimento e a cultura sobre o tema, desmitificando-o e, ao mesmo tempo, trazendo à luz o profissionalismo que ele exige. O meu desejo é que isso chegue às lideranças das empresas, aos responsáveis por conduzir transformações organizacionais, e que possa contribuir, verdadeiramente, para o sucesso dessas iniciativas.

Hoje, fico feliz em ver como o tema “gestão de mudança” passou a ser melhor compreendido no mundo e, principalmente, no Brasil. Lembro-me bem que, nos últimos anos da década de 90 ou do “século passado” , cheguei a cogitar a hipótese de estarmos no caminho errado, pois, à época, mencionar a necessidade de gestão de mudança nas empresas – que estavam em processo de mudanças radicais, envolvendo um grande volume de investimentos – soava como algo completamente absurdo. A típica resistência esta que se apresenta diante do que é inovador. Dessa maneira, naquele momento, para muitos era difícil compreender que a mudança demanda uma gestão.

Pois bem, este livro de David Miller confirma a gestão como a chave de ouro de uma mudança bem-sucedida, à altura de todos que vejam as inovações com verdadeiro interesse, portanto, sem preconceitos. Na primeira parte do livro, o autor aborda a cultura organizacional no processo de mudança, de forma objetiva e muito real. Sem se estender muito sobre o tema, descreve os elementos que a compõem de maneira clara e assertiva e com riqueza de exemplos que, inevitavelmente, nos remetem às nossas experiências profissionais.

Nesse sentido, a forma como David Miller compara uma mudança instalada com uma implementada é brilhante, pois descreve situações reais, ilustrando cenários, que identificamos claramente com os que conhecemos em muitas empresas com as quais trabalhamos.

Outro ponto fundamental da metodologia da Changefirst é a ideia de que os condutores do processo de mudança devem ser, necessariamente, as pessoas da empresa, devidamente instrumentalizadas com os conhecimentos e habilidades na gestão e implementação da mudança.

O Brasil tem evoluído nessa direção. Assim, várias empresas já se organizaram e estabeleceram uma área ou escritório responsável para orientar os processos de mudanças organizacionais. No entanto, há ainda um caminho a ser percorrido: muitas empresas não compreendem que os consultores externos podem trazer experiência, metodologia e repertório para facilitar os processos de mudança, mas não substituir os representantes da organização. Com equipes cada vez menores, muitas vezes vemos projetos sem a participação efetiva de integrantes das empresas no processo de mudança.

Guardando essa premissa fundamental – a dos representantes das empresas como agentes de mudança –, nas segunda e terceira partes do livro, David Miller descreve os seis fatores críticos de sucesso propostos pela metodologia da Changefirst, nos presenteando com uma abordagem abrangente que, se assimilada por líderes e agentes de mudança, certamente os municiará com instrumentos para obter melhores resultados e sucesso nas transformações organizacionais.

Estou certa de que a publicação deste livro contribuirá, e muito, para que os profissionais de gestão de mudança aperfeiçoem seus conhecimentos e práticas, e constituirá um instrumento utilíssimo também para aqueles que desejam se iniciar no tema.

Simone Maria da Costa
Sócia e Diretora da Dextera Consultora

Escolhas para o Ano-Novo – que tal uma decisão pessoal?

Ainda estamos em época de planejamento para 2014, e vocês devem ter se deparado com algumas previsões pessimistas. O PIB que anda baixo – mesmo num país de dimensões continentais, e sem olhar as diferenças e especificidades de nossa economia – nos preocupa. A inflação em alta, o Carnaval que acontece em março (daqui a pouco!) e um ano pautado por dois grandes eventos (Copa do Mundo e Eleições) deixam no ar expectativas e muitas dúvidas.

Pois bem, qual escolha faremos? Em que vamos acreditar?  Em fontes externas ou na nossa fonte interior, mais sábia e potente?

Lendo um trecho do livro “Teoria U”, me chamou atenção a seguinte passagem:

“No livro Confissões de um assassino econômico (Cultrix, 2005), John Perkins nos conta sua vida como profundo conhecedor das instituições econômicas globais. Ele descreve como, repetidas vezes, participou intencionalmente do fornecimento de previsões infladas de crescimento econômico de vários países em desenvolvimento, que então, financiados pelo Banco Mundial, ficaram conhecidos pelos investimentos exagerados na infraestrutura energética. Esses investimentos beneficiaram empresas dos Estados Unidos, tais como Halliburton, mas para o país em questão resultaram em significativo endividamento de longo prazo e dependências para com o norte global.”

Fica a dica: cuidado com as profecias autorrealizáveis! Todos acreditam e todos se movem para que estas se tornem realidade.Imagem buda

Meu desejo então, para este início de ano, é que possamos acessar nossas fontes mais profundas de criatividade, compromisso e confiança no futuro. Deixar emergir o futuro que quer emergir, com consciência, participação, generosidade e profundo conhecimento.

Retomemos nosso Golden Buddha!! Como inspiração, assistam a este vídeo no Youtube  (clip do documentário Finding Joe, de Joseph Campbell) e descubra a jornada do herói que existe em cada um de nós!

Autora: Myrthes Weber Lutke é Coach e parceira da Dextera.

O futuro que quer emergir: líderes sustentáveis

02B88373 cortadaRecentemente tive a oportunidade de participar de um seminário sobre metodologias de gestão baseadas no diálogo. Este é sem dúvida um tema muito vasto e apaixonante.

A abordagem do palestrante estava fundamentada em diversos livros e autores como Peter Senge e Otto Scharmer ligados ao MIT, Rudolf Steiner em seu livro Filosofia da Liberdade, entre outros.

Mas voltando ao meu título (inspirado nestas leituras), o que poderia ser um “Líder Sustentável”?

Quando participei da primeira turma do curso de extensão na FGV sobre Responsabilidade Social (termo que hoje está mais disseminado como Sustentabilidade), já era dito (e com apoio do Instituto Ethos) que deveríamos pensar em diversos “stakeholders” (partes interessadas): meio ambiente, clientes, fornecedores, governo, comunidade, acionistas, empregados entre outros. Desta maneira, no meu entendimento, ser um Líder Sustentável não é apenas ser consciente de seu papel em preservar o planeta, ou seja, só pensar no meio ambiente, fator que sem dúvida é muito importante. Mas é também cuidar das relações humanas.

Pesquisas da OMS e de outros especialistas apontam o estresse no ambiente de trabalho como uma das principais causas ou fatores de risco para o aumento de transtornos psíquicos e mentais em todo o mundo. O acirramento da concorrência, a pressão por resultados, os atritos cotidianos e as constantes mudanças nas organizações intensificam o estresse e a infelicidade no ambiente profissional.

Como fazer para ser sustentável quando pensamos nas relações humanas?
Ser ético? Ser justo? Ser menos egoísta? Se sentir responsável pelo desenvolvimento e felicidade do outro? Ser mais responsável na maneira como me comunico? Ouvir realmente o outro? Acreditar realmente que podemos aprender com o outro?

E ainda, podemos relacionar isto com os resultados positivos das empresas?

Dentro deste tema de estudo, o futuro que quer emergir também diz respeito à existência de um ambiente social mais favorável para a criatividade,  e que cada um de nós deveria ajudar a criar. Os líderes deveriam ajudar a promover o  senso de presença, quando faz sentido para o funcionário estar ali e fazer seu trabalho. Cada pessoa é um escultor social.

O que eu estou esculpindo no campo social?

De acordo com a Teoria U, como início de caminho em nossas interações deveríamos silenciar as vozes:

Voz do julgamento – quando fico conectado a partir da minha perspectiva não escuto e não interajo com o outro (faço “download” de todo meu modelo mental, acesso todas as minhas crenças e minha capacidade de julgar o outro e crio um monólogo).

Voz do cinismo – onde fala mais alto o preconceito, o julgamento de valor, de juízo – juízo é importante, mas através da análise de fatos e não de conceitos pré-formados. Quando eu supero o cinismo, eu acesso a competência de ver os fenômenos pelos olhos do outro.

Voz do medo – mostra a necessidade de superação do medo do novo, do “não saber”, para que eu possa começar a criar.

Quando estamos num debate, vence o argumento do mais forte, quando o foco é: eu observo as tuas falhas e pontos vulneráveis”, ou seja, usamos o intelecto para vencer. Quando estamos num diálogo, usamos o intelecto para aprender.

Parece ser uma tendência nas organizações que buscam inovação e resultados, que os líderes comecem a criar espaços livres para que as pessoas possam trazer suas ideias e a força de sua iniciativa, sem temor, colaborando para a inovação e para ambientes mais saudáveis neste mundo tão competitivo.

Isto dá certo? Sim, já há casos de empresas europeias, por exemplo, que em meio à crise mundial conseguem crescer em torno de 10% ao ano.

Fica aí a dica de novas pesquisas e leituras para seu desenvolvimento.
Procure saber do que trata a “Teoria U”.

Autora: Myrthes Weber Lutke é Coach e parceira da Dextera.